Existem somas e subtrações
Na minha vida, só confusões.
Os números brilham,
nesta ciência exacta.
Meus caminhos se encruzilham,
sem onde nem data.
O Pascal apareceu,
apenas p´ra complicar.
Pior do que ele só eu,
que tenho que pensar p´ra respirar.
Matemática exige estudo
e prática ainda mais.
Eu sou contra isto tudo,
pena é não serem os meus pais.
Em comum temos os problemas
e todos p´ra mim aparentam ser.
Aos 6 meteram-me nestes esquemas,
agora até os dela tenho que resolver.
A Matemática é de génios,
costumam os profs dizer.
Que comece é a resolver os seus problemas,
porque eu tenho mais que fazer !
Diário Nocturno
domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Masturbação Mental
Masturbámo-nos !
Homens e mulheres, em via pública !
Os nossos olhos são pecadores.
Agarram, tocam e usam,
fazem-no com descrição.
Põe-nos em continua masturbação.
Vemo-nos ao espelho,
um rabo entre as saias.
Vemos algo que nos agrada
e começa a masturbação.
É incontrolável, faz parte.
Absurdo seria se não fosse.
Esquecei o beijo no primeiro encontro.
Com os olhos já se masturbam.
De olhar não nos impedem,
então masturbamo-nos !
Masturbação, quando mental
é um acto social.
Homens e mulheres, em via pública !
Os nossos olhos são pecadores.
Agarram, tocam e usam,
fazem-no com descrição.
Põe-nos em continua masturbação.
Vemo-nos ao espelho,
um rabo entre as saias.
Vemos algo que nos agrada
e começa a masturbação.
É incontrolável, faz parte.
Absurdo seria se não fosse.
Esquecei o beijo no primeiro encontro.
Com os olhos já se masturbam.
De olhar não nos impedem,
então masturbamo-nos !
Masturbação, quando mental
é um acto social.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Borboletando
Somos como duas borboletas,lado a lado.
Há algo de fantasia,
tão serenas no esvoaçar,
tão subtís no cortar do vento.
Somos como duas borboletas,
alimentamo-nos da beleza,
das formas que desenhamos nas costas.
Somos duas borboletas,
neste verde divino,
nesta Natureza selvagem e exótica,
nestas cores e formas exuberantes,
neste magnifico nunca antes visto.
Completamo-nos e somos uma só,
Pões a feli na minha cidade
e tudo é virgem.
Cada momento é uma descoberta.
Um "não sei" que afinal faz sentido.
Agora, o relógio parou.
Vivemos horas mortas e o passado não existe.
Não existe futuro, só o momento presente.
Não há memória nem desejo.
Há eu, tu e o agora.
Não há vingança e o mundo é honesto.
Sentido perdeu o beijo,
o Amor está no abraço.
Quem não tem braços ?
Abraça com o olhar.
Todos queremos amar,
e sonhar...
Há algo de fantasia,
tão serenas no esvoaçar,
tão subtís no cortar do vento.
Somos como duas borboletas,
alimentamo-nos da beleza,
das formas que desenhamos nas costas.
Somos duas borboletas,
neste verde divino,
nesta Natureza selvagem e exótica,
nestas cores e formas exuberantes,
neste magnifico nunca antes visto.
Completamo-nos e somos uma só,
Pões a feli na minha cidade
e tudo é virgem.
Cada momento é uma descoberta.
Um "não sei" que afinal faz sentido.
Agora, o relógio parou.
Vivemos horas mortas e o passado não existe.
Não existe futuro, só o momento presente.
Não há memória nem desejo.
Há eu, tu e o agora.
Não há vingança e o mundo é honesto.
Sentido perdeu o beijo,
o Amor está no abraço.
Quem não tem braços ?
Abraça com o olhar.
Todos queremos amar,
e sonhar...
domingo, 17 de julho de 2011
Onde está a Infância ?
Que tempos foram aqueles,
que a saudade me trazem agora..
Em que a noite era dia
e corríamos por todo o lado.
Tempos em que vivíamos sem pensar em viver,
e o mundo era nosso !
Chorávamos porque éramos crianças,
Sorriamos porque éramos felizes !
Cantávamos juntos uma melodia,
era tão perfeita que dura a vida inteira...
Hoje, apenas me lembro dela,
partilho-a no passado e sinto-a no presente.
Com o tempo muita coisa muda...
Envelhecemos e olhamos para trás,
na esperança de pudermos reviver.
O corpo enfraquece,
a vontade rejuvenesce.
Abrimos o livro das memórias
e as lágrimas sentem-nos o rosto.
Que tempos foram aqueles,
de onde só sobra a saudade e o sorriso ...
sábado, 16 de julho de 2011
Tão altruísta, que egoísta.
Tenho saudades de te ver,
ainda mais de te abraçar.
Sinto-me um miserável.
Egoísta de tão altruísta que sou.
Desisti para te deixar ser feliz,
e agora penso naquilo que fiz...
Valerá a pena este sofrimento ?
Encontrarás alguém que te ame ?
Esqueço-me de que não sei o que isso é...
Só os perfeitos podem amar.
Encontrarás tu alguém perfeito ?
Ou a minha imperfeição faria mais sentido contigo ?
Tantas perguntas e ninguém para me responder...
Tantas respostas e nenhuma me responde...
O que fiz, foi por ti !
O altruísmo deu cabo de mim...
na ideia que o egoísmo me fizesse bem.
De tão egoísta que sou, perdi-me no altruísmo.
Agora ? Estou sozinho.
ainda mais de te abraçar.
Sinto-me um miserável.
Egoísta de tão altruísta que sou.
Desisti para te deixar ser feliz,
e agora penso naquilo que fiz...
Valerá a pena este sofrimento ?
Encontrarás alguém que te ame ?
Esqueço-me de que não sei o que isso é...
Só os perfeitos podem amar.
Encontrarás tu alguém perfeito ?
Ou a minha imperfeição faria mais sentido contigo ?
Tantas perguntas e ninguém para me responder...
Tantas respostas e nenhuma me responde...
O que fiz, foi por ti !
O altruísmo deu cabo de mim...
na ideia que o egoísmo me fizesse bem.
De tão egoísta que sou, perdi-me no altruísmo.
Agora ? Estou sozinho.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Versos de Amor
Não sei o que são versos de amor.
Perdi a noção e agora sou ridículo.
Não há tinta que os desenhe,
nem há magoa que os confira.
se nem o papel quer neles ser gasto;
Já não há quem escreva versos de amor.
O mundo parou, as rosas secaram,
os corações se despedaçaram e não restou nadinha !
Agora, fazem rimas para criticar,
ou então já nem tentam rimar,
onde estão as cartas de amor ?
e o velho avô que conta historias ao neto ?
Onde está a saudade dos que se amam ?
Vou fazer 18 anos e já não escrevo quadras,
tornaram.se básicas e fúteis para mim;
funciona também assim o amor ?
é básico e banal, ninguém presta atenção.
Vou relembrar o tempo em que amei.
Porque amanha, amor já nem consta no dicionário.
Perdi a noção e agora sou ridículo.
Não há tinta que os desenhe,
nem há magoa que os confira.
se nem o papel quer neles ser gasto;
Já não há quem escreva versos de amor.
O mundo parou, as rosas secaram,
os corações se despedaçaram e não restou nadinha !
Agora, fazem rimas para criticar,
ou então já nem tentam rimar,
onde estão as cartas de amor ?
e o velho avô que conta historias ao neto ?
Onde está a saudade dos que se amam ?
Vou fazer 18 anos e já não escrevo quadras,
tornaram.se básicas e fúteis para mim;
funciona também assim o amor ?
é básico e banal, ninguém presta atenção.
Vou relembrar o tempo em que amei.
Porque amanha, amor já nem consta no dicionário.
Verdade da Mentira
Vivemos numa mentira.
Dizem os sábios e eu escuto.
vivemos assim porque...
não sabemos o que é a verdade !
Não sabemos nada...
nem o que é a realidade,
nem o que é o saber,
nem nada que me possa valer.
sabemos que vivemos,
sabemos que respiramos..
sabemos que morreremos e que não ressuscitamos.
Passamos anos a desvendar questões,
pomos em causa a filosofia,
criticamos a ciência,
julgamos o Português,
só porque um dia uma questão se fez...
Se não sabemos o que é a verdade,
como sabemos que vivemos numa mentira ?
Dizem os sábios e eu escuto.
vivemos assim porque...
não sabemos o que é a verdade !
Não sabemos nada...
nem o que é a realidade,
nem o que é o saber,
nem nada que me possa valer.
sabemos que vivemos,
sabemos que respiramos..
sabemos que morreremos e que não ressuscitamos.
Passamos anos a desvendar questões,
pomos em causa a filosofia,
criticamos a ciência,
julgamos o Português,
só porque um dia uma questão se fez...
Se não sabemos o que é a verdade,
como sabemos que vivemos numa mentira ?
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