Prazer, se vivo e sinto
Sentimento infinito na perfeição de um sonho.
Finjo o que sinto, o prazer de ser fingidor,
finjo momentos de dor,
e morro, todos os dias me despedaço.
Perfeito jamais fora, e o cansaço
que atravessa todas as manhãs imperfeitas,
onde a consciência abre, para mim, portas estreitas.
Recuar não é opção, espero do tempo um empurrão
que me leve de volta à noite,
procurando sentir inconsciência.
Consciente dela me ambiciono,
como se de uma linha infinita procurasse a sua ponta.
Sou eu e a mentira.
Sem rumo. qual o meu destino ?
Se eu, já nem eu sou...

Sem comentários:
Enviar um comentário